Escritora
Contar histórias, uma paixão
Pode ser em um livro, uma crônica, uma reportagem ou até em imagens. Mudo o formato, misturo linguagens, experimento caminhos. Uma coisa permanece: a paixão por letras que se juntam de forma tão mágica para contar uma história.

Uma vida contando histórias

“Chama a Viviane que ela escreve.” Era assim para as felicitações de aniversário, o cartão junto com as flores ou o registro na seção de mensagens do jornal. Antes de escrever livros, eu escrevia cartões. E me encantava transformar sentimentos em palavras. Cresci rodeada de livros, vivendo feliz dentro dos universos criados por autores que eu tanto admiro.
Com o passar dos anos, fui descobrindo que eu também podia criar os meus: transformar em texto ideias, pensamentos, sonhos, inspirações e até o que inventava a minha imaginação.
“O que você quer fazer quando crescer?” A resposta sempre veio fácil: escrever. E assim vieram o jornalismo, os livros, as crônicas, os roteiros, a poesia e todas as outras formas que encontro pelo caminho para continuar contando histórias.
Livros
Meus livros também contam um pouco da minha própria trajetória: memórias, histórias de vida e a evolução da minha escrita sobre o feminino, explorando as relações, experiências e diferentes momentos da vida das mulheres. Os primeiros livros foram publicados como Viviane Pereira, nome que usei profissionalmente antes de adotar Vivi Griffon.
O feminino me encanta. Volto meu olhar para ele e escrevo sobre a experiência de ser mulher: nossas relações, mudanças, maturidade, escolhas, liberdade e até os absurdos e desafios, que ficam mais leves quando conseguimos rir deles.
Vivi Griffon
A Menô e Eu

Quando a menopausa chegou por aqui, comecei primeiro a me incomodar com ela, depois a me irritar, discutir, até que resolvi sentar para conversar — e ela respondeu. “Menô, para as íntimas”, me avisou. E essa conversa rendeu histórias.
Resolvi escrever para que a gente possa falar sobre menopausa sem vergonha e sem se sentir menos por isso — menos mulher, menos capaz ou menos feliz. E também para dividir experiências, rir da Menô e de nós mesmas e olhar para essa nova fase com mais leveza e orgulho da mulher que chegou até aqui.
A Menô e Eu nasceu dessas conversas e hoje reúne crônicas, vídeos, diálogos, HQs, um livro e muito mais ainda vem por aí.
Presença na mídia
Meus livros e minha trajetória me levaram a diferentes espaços na imprensa. Entrevistas, conversas e encontros em que pude falar sobre as histórias que escrevi e meu trabalho como escritora. Este vídeo reúne alguns desses momentos.
Quando a escrita encontra o público
Publicar um livro é só o começo. Algumas das melhores histórias vêm depois: nos lançamentos, nas conversas com leitores, nas palestras e nos encontros que cada obra proporciona. Meus livros já me levaram a escolas, empresas, entidades e diferentes espaços, transformando a escrita em troca, conversa e encontro.
A escrita em movimento
Ao longo dos anos, minha escrita foi ganhando diferentes formas: virou crônica, conto, coluna, roteiro, projeto editorial, dramaturgia e mais de 20 livros desenvolvidos para empresas e instituições, além de textos publicados em jornais, revistas e sites.
Entre eles está Palavra de Mulher, coluna sobre o universo feminino que publiquei por um período em alguns jornais do interior de São Paulo; também projetos como Mulheres em Voo e Por Dentro é Diferente.
Agora, parte dessa produção começa a se reunir no Vim, Vi e Vivi, meu blog autoral: um espaço para crônicas, histórias, reflexões, textos sobre o feminino, relações e tantos outros assuntos que atravessam a vida. E, aos poucos, também para poesias, novos textos e outras formas que minha escrita ainda inventar pelo caminho.
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